As melhores brincadeiras e correntes do orkut você encontra aqui!
A Toalha de Banho Caiu Espia Corre Agarra?
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BBB Orkut
È Simples, Oque Vcê Faz Com A Pessoa Acima;
Manda Pro Paredão Ou Pro Edredom ?
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Eu te quero vc me quer
vc quer ah pessoa a cima?
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QUANTOS % A PESSOA DE CIMA TEM CHANCES COM VC?
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Beijo/Abraço/Aperto de Mão/Tapa...?
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Se a pessoa acima estivesse sem ar, quase morrendo, num estado pré-vegetativo, necessitando apenas de uma forte pressão de ar. Voceis estariam aptos a fazer boca-boca pra salvar a pessoa ou a deixariam morrer ?
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NÃO PODE DIZER...SIM NEM NÃO!!!!!!
Bom esse jogo é assim
NÃO PODE DIZER...SIM NEM NÃO!!!!!!
Responder às perguntas SEM USAR as palavras sim/não.
Depois de dar a resposta, deixa-se uma pergunta para a próxima pessoa.
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De que animal a pessoa acima tem cara?
é assim:
vc olha pra pessoa acima....
pensa em um animal parecido com a pessoa acima...
e pronto..
espere a sua vez...
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cofesseonário
AQUI VC CONFESSA O QUE QUISER VAMOS LÁ..
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Brincadeiras Orkut kut
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 1 comentáriosPostado por Daniel T. às 12:22
Planta não. Carne sim.
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 2 comentários- Que tal almoçar uma salada?
Sofia é uma grande amiga minha. Há uns meses que se tornou vegetariana. O único hábito saudável que tem. Bebe todos os dias, não faz exercícios físicos e fuma muito. Como diria minha mãe: “fuma como uma caipora”.
- Eu tava pensando em ir a uma churrascaria…
- Ora, Marcos, você vai mesmo comer um animal?
- Não, só uma parte dele. De preferência a coxa.
- Você entendeu o que eu disse?
- Claro Sofia. Apenas não vou comer uma planta.
- Comer um filé, é o mesmo que comer um cadáver.
- Nada como um defunto mal passado…
- Oh! Como você é insensível!
- Só estou faminto. Que tal comermos um frango? A gente pode comer os filhos dele também.
- Pare com isso, Marcos! Perdi a fome. Vá almoçar só.
Foi um almoço mórbido. Apenas eu e um defunto na mesa. Até que ele era uma boa companhia. Se todo morto fosse como o meu “camarada”, eu almoçaria em um cemitério.
Postado por Daniel T. às 07:25
Apenas uma formiga.
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 0 comentáriosEm minha perna, vejo uma pequena formiga tentando subir. É clara a dificudade que ela tem em praticar esse ato.
A dificudade é bem maior quando se é pequenininho. Não apenas para essa formiga, ou um inseto. Para todos, para aqueles que desistem de seus sonhos. Que aceitam a vida que levam, mesmo sendo quase impossível viver ela. Para todos os outros que desistem de algum objetivo por acreditarem que não irão alcançar nunca. Para quem, antes mesmo do fim da guerra, entrega a batalha e se mata.
Ah, mas era apenas uma formiga. Com o homem é diferente, ele pensa, ele raciocina. Ele não iria fazer algo sem objetivo, assim como era a subida da formiga.
As formigas são inúteis. Não pensam e, nem mesmo, teriam um motivo para está subindo na minha perna. Elas não são significantes.Elas não desenvolvem novas vacinas, não criam naves espaciais, não exploram o espaço, não criam armas, não fazem guerras, não arriscam a vida do Planeta. São simples formigas.
Mas será que que a evolução é, sempre, boa? O homem evoluiu, não foi mesmo? As formigas bem mais espertas, não destroem, arriscam suas vidas com objetivos bem mais plausíveis.
São apenas formigas, eu matei ela (não tenho certeza disso). Não tem valor, tem? Não pensei duas vezes em acertar a mão nela e derrubar a mesma de minha perna. Quem pensa duas vezes antes de matar uma formiga? Não vão ao céu, muito menos ao inferno. O homem pensa, raciocina. Encontrou o céu e o inferno. Já as formigas, não.
Postado por Daniel T. às 07:24
Beije-me
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- Acho que você vai morrer pelo fígado…
- E você vai morrer por causa da boca.
- O que você está insinuando?
- Que você é um saco!
- Sabe por que eu te chamei aqui?
- Pelo mesmo motivo que eu to te aturando.
- Como você reclama!
- Como você é chata!
- Por que você não me trata bem? Não me faz uma poesia?
- Poesia não é pro seu bico.
- Nem flores me trouxe, seu sacana.
- Que diferença vai fazer?
- Custa me agradar?
- Custa calar a boca?
- Seu filho da puta!
- Por que você não usa sua boca pra fazer outra coisa?
Faz-se um silêncio quase absoluto. Quebrado apenas pelo barulho dos beijos.
Postado por Daniel T. às 07:23
Mais uma noite
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Algumas palavras soam doces. Quando expresso o que eu quero, por exemplo. O que eu disse não foi totalmente em vão. Apesar de quem eu criticava (evito citar nomes) não está por perto. Pude chegar em algumas conclusões que não conseguiria só.
As pessoas bancam o que não são. Pensam ser algo e agem assim. Algumas tentam ser alguma coisa na vida e isso eu não critico. Critico os meios que elas usam para atingir seus objetivos. Vender meu corpo é uma coisa que eu não faria por dinheiro nenhum. Eu nasci pobre e não tenho vergonha, apesar de não querer ser pobre pelo resto da vida. Afinal, somos todos capitalistas, e se alguém diz que não se importa com dinheiro está mentindo.
Tem quem me ache cafona pelo que digo. Escutei agora a pouco que o amor morreu. Aquela menina realmente não acreditava nisso: “amor é quantos centímetros ele tem”. Eu já esperava que ela dissesse algo tão baixo, mas não com tanta categoria. Acho que ela não faz amor, faz metros.,
Postado por Daniel T. às 07:22
Noites Em Claro
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 0 comentáriosHoje vencerei a insônia, apesar de ter acordado uma hora da tarde. Hoje é domingo, e como de costume fico sonolento o dia todo. Procuro acelerar o tempo em frente ao computador, e quando me dou por conta já está quase anoitecendo, e a ansiedade vem junto com a escuridão. Mais algumas horas se passam, preparo meu jantar às 21:00 horas, planejo dormir às 23:00 pelo menos.
Deito-me, e como num passe de mágica toda aquela sonolência vai embora. Já se passam de meia noite, e a insônia parece me vencer mais uma vez. Ligo a tv a procura de algum filme legal. Esses filmes sempre me salvam do tédio da madrugada, como na noite passada em que tive a felicidade de ver Highlander mais uma vez. Bom, hoje parece não ser meu dia de sorte, a emissora está fora do ar, isso aumenta ainda mais a minha ansiedade. Apago todas as luzes da casa, a escuridão toma conta de minha vista.
Agora só o som do rádio é perceptível aos meus sentidos. Tento me concentrar no que o cantor tem a me dizer, mas minha mente parece não está ouvindo nada daquilo, está ocupada com preocupações medíocres que cercam minha vida. É nesse momento que penso em escrever algo sobre minha noite, mas o meu corpo parece não me obedecer mais, e continuo ali mesmo como um doente a espera de um milagre.Esforço-me mais ainda para entender as palavras que chegam até meus ouvidos. Ouço alguma coisa como “aprendi a dar mais valor ao meu dia, nessas noites de desespero”, aquelas palavras fazem todo o sentido naquele momento. Acaba o cd, e o silêncio toma conta de tudo novamente. Agora aquela sonolência começa a reaparecer. Já está próximo às 4:00 horas da madrugada. ” Perdi de novo” penso comigo mesmo.
Consigo ter umas quatro horas de sono. Me levanto já com a luz do sol tomando conta do meu quarto, e penso se não seria melhor dormir eternamente em uma cova quente e confortável ao som de ossos humanos.
“Existe um abismo entre aqueles que conseguem dormir e os que não o conseguem. É uma das grandes divisões da raça humana.”
Postado por Daniel T. às 07:21
Ah, aquela ponte…
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Eu sempre quis resolver todos os problemas do mundo. Observava tudo ao meu redor, era impossível não ver que havia muita coisa errada, mas eu ficava a me perguntar “por onde devo começar?”. Eu nunca soube, e morri sem saber.
Inicialmente eu pensei em ajudar algumas crianças carentes que, muito facilmente, encontrava na rua. Algumas trabalhando em semáforos, outras cheirando cola. Mas depois pensei comigo mesmo “eu ajudo elas… e depois? Isso não irá resolver o problema das outras”. É… eu desisti depois disso.
Passados alguns anos pensei em tirar os idosos da rua. Não era justo que eles vivessem toda uma vida e, no final, vivessem ali, sem uma cama, como eu. Em meus planos surgiu outro problema, como eu iria arrecadar fundos para criar um asilo? Eu não tinha dinheiro, vivia as custas de um trabalho mediano, nada que fosse suficiente para iniciar uma construção. Também desisti de ajudar os idosos.
Mais alguns anos se passaram, comecei a pensar em mim, deixar os problemas dos outros de lado. Em minha vida não havia muitos problemas. Até que encontrei o amor da minha vida, e aquele seria o ultimo amor. Eu tentei de todas as formas conquistar ela. Dei presentes belos, fiz os mais belos poemas que se pode fazer, mas eu não consegui.
Sabe o que era pior nisso tudo? Ela me dava esperanças, fazia com que eu acreditasse que ela iria me dar uma chance. Fui enganado até o dia em que eu a vi com outra pessoa, um outro homem. Depois disso vivi dias terríveis, eu não conseguia mais pensar direito, comecei a ter alguns pensamentos suicidas. Não foram só pensamentos, foi uma ação também.
Eu pensei em tudo, como seria, onde seria e se eu iria ou não deixar explicações. Decidi que fosse pulando de um lugar alto, assim eu comprovaria se a vida das pessoas passa mesmo diante dos olhos, quando ela está diante da morte. Uma ponte seria perfeito. Eu não contaria a ninguém, quem iria entender esse motivo? Só quem já passou pelo mesmo para entender o que eu fiz.
Era um dia que, possivelmente, seria ensolarado. O mundo acabaria naquele momento, pelo menos o meu. Me joguei sem pensar duas vezes. E na minha cabeça não passou filme nenhum. Morri. Mais uma vez desisti de alguma coisa. Desisti da minha vida. Não é de se espantar, sempre foi assim minha vida toda.
Postado por Daniel T. às 07:19
Larga isso menino!
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 0 comentários- Fogo!E mais um tiro é lançado.
- Preparar, apontar, fogo!
Não bastasse o primeiro, que matou centenas de civis e milhares de soldados, eles ainda lançaram mais mísseis.
Não acabou aí. E ainda não está perto de acabar. Guerras são fontes de renda. Agitam a economia
Hoje, diferentemente do que já foi dito em uma música, o senhor da guerra já gosta de crianças. Elas são uma boa mão-de-obra e atacam como adultos. Não recuam, foram manipuladas, criadas para proteger o que não pertence a elas. Entender algo desse tipo? É, eu sei que é difícil.
Todos somos manipulados de alguma forma. Vivemos em frente às televisões, aos rádios e, até mesmo, aos computadores. Tudo isso nos manipula sem que sintamos nada. Agora se imagine sendo manipulado por um governo. Ele coloca na sua cabeça que você deve defender a pátria, tem que morrer por ela, se preciso for. Para nós, que não fomos criados para esse fim, é difícil de engolir. Mas eles, que nasceram com isso na cabeça, é super simples.
Ah, que bom seria se eu acordasse e não visse mais eles, os mísseis. Mas não vai acontecer isso. Não estou sendo pessimista, é que ninguém faz nada pra eles sumirem. Acho que o petróleo vale mais. O general não se importa se eles vão morrer. Sua família está bem guardada, em uma casa confortável. Os mortos sendo renovados por outros que morrerão sem causa própria.
É, eu vou tentar salvar minha família, eles precisam fazer muito, ainda, por essa nação. E as crianças… Elas vão ficar bem. Descansem em paz.
Postado por Daniel T. às 07:16
Sem sentimentos.
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 0 comentários- Me responde uma coisa?
- Pergunte.
- Mas responda sem usar a cabeça, certo?
- E uso o quê?
- Apenas o coração.
- Certo, mas fique sabendo que eu já o operei…
- Mesmo? Qual foi a cirurgia?- Tirei o lado emocional.
- Sei. Pode me passar o número do cirurgião?
- Anota aí… Qual era a pergunta?
- Deixa pra lá. Vou operar amanhã.
Postado por Daniel T. às 07:15
A Corda
Marcadores: Historias Pra Boi Dormir 0 comentáriosO primeiro tempo do jogo acaba. Corro pra cozinha. Pego mais duas cervejas. Volto pra sala e me jogo no sofá.
- Danilo! – alguém me chama, do lado de fora da minha casa.
Levanto-me. Já tenho idéia de quem seja.
- Sou eu, o Rafael.
Era exatamente quem eu suspeitava. Lembro-me que Rafael está me devendo um dinheiro, mas não sei quanto. Tinha emprestado mais de duzentos reais, só lembro disso. Fazia um bom tempo.
- Oi, Rafael. Entre.
Quando ele chega mais perto, noto que o seu pescoço está todo marcado. São marcas de corda, como se alguém (ou ele mesmo) tivesse tentado o enforcar. Foi a primeira vez que vi tal coisa.
- O que te aconteceu? – pergunto.
- O que? Ah, sim. As marcas.
- Isso mesmo. Não é o que estou pensando, certo?
- E eu sei lá o que você está pensando Danilo! Olha só, vim aqui devolver aquele dinheiro. Pegue.
Ele me entrega algumas notas de cinqüenta. Ponho na carteira sem contá-las.
- E então, vai me contar o que houve com o seu pescoço?
- Tudo bem, mas não comente nada com ninguém, certo?
- Certo.
- A Andréa tentou me enforcar.
Penso se não é uma brincadeira dele. Mas fazer aquilo consigo mesmo não é do feitio de Rafael. Andréa é uma mulher muito grande. Deve pesar uns cem quilos. E Rafael é um homem pequeno. Ela podia ter feito isso com facilidade.
- Nossa! Por que ela fez isso contigo?
- Cheguei bêbado em casa anteontem. Sabe como é, eu fico um pouco irritado quando “tomo umas”, meu patrão tinha gritado comigo. Disse-a que ela andava muito folgada pro “meu gosto”. Chamei-a de umas coisas. E quando eu vi, ela meu deu um soco no rosto. Cai no chão e ameacei-a de morte. Levantei-me e dei uma tapa no rosto dela.
- Nossa. E ela?
- Ficou toda vermelha. Foi na cozinha. Continuei praguejando. Ela voltou com uma corda e começou a me enforcar. Me pegou desprevenido. Tentei me soltar, mas não dava: a mulher é muito forte!
- E então ela te soltou? Certo?
- Quem dera ela fosse mais fácil. Tive que pedir perdão, disse que a amava. Que não sabia o que tava fazendo. Só não chorei.
- Nossa. Que noite, hein?
- É. Tenho que ir. Não quero mais que ela me bata. Até outro dia, Danilo.
- Até Rafael.
Ele vai embora. Sai apressado, nervoso. “Mas que homem mole” penso, “no dia em que minha mulher fizer isso comigo, ponho ela pra fora de casa. Tinha que ser com o Rafael. Sempre o “franguinho” de sempre. Aposto que chorou ontem. Nenhuma mulher bateu em mim! As que tentaram se arrependeram. Dei-lhes uma tapa de um lado do rosto, e outra no lado oposto para a cabeça não ficar torta! Se um dia Júlia me desobedecer , eu dou-lhe uns bons tapas!”
Quando a partida recomeça, Júlia, minha esposa, chega em casa. Carrega uma sacola plástica. Ela vai direto para a cozinha. “Provavelmente vai fazer a janta” penso, “tenho que ir dizer o que quero”. Noto que minhas cervejas acabaram.
- Júlia, me traga mais uma cerveja – falo com autoridade –. O que você comprou?
- Uma corda – ela responde.
Postado por Daniel T. às 07:11